Paulo Frateschi dirigiu sigla no estado, foi um dos seus quadros históricos e chegou a ser preso durante a ditadura
O ex-presidente estadual do Partido dos Trabalhadores e ex-deputado Paulo Frateschi morreu nesta quinta-feira, 6, esfaqueado pelo próprio filho na capital paulista. Quadro histórico da sigla, ele chegou a ser preso durante a ditadura militar e era bastante próximo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O dirigente nacional do partido, Edinho Silva, confirmou o falecimento do correligionário e prestou condolências. “Durante toda a sua trajetória, nosso companheiro demonstrou coragem, integridade e compromisso com o PT e pela busca de um país mais justo. Paulo Frateschi deixa um legado, marcado pela luta pela justiça e pela inclusão. Ele permanecerá vivo em nossos corações e nas ações que ele ajudou a inspirar”, disse no X (antigo Twitter
Há alguns anos, Frateschi havia perdido dois filhos em um trágico acidente de carro. Informações preliminares sobre a sua morte nesta quinta apontam que o filho, que o esfaqueou, teria sofrido um surto psicótico e agredido também a mãe.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), Frateschi chegou a ser socorrido e foi levado ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos (leia a íntegra da nota ao final). O crime aconteceu dentro da casa dele, no bairro da Lapa, zona oeste da capital paulista. A Polícia Civil investigará o caso.

